Philips divulga estratégia para negócios de tecnologia da saúde para a América Latina

Guilherme

, Mercado

A Royal Philips revelou sua abordagem estratégica para América Latina em 2017. Após seu primeiro ano como empresa totalmente focada em tecnologia para saúde, período durante o qual sofreu transformações substanciais, em 2017 a organização continuará direcionando suas inovações, tecnologias e soluções de forma a exercer impacto sobre o Continuum de Saúde. Essa estratégia vem sendo implementada na América Latina para que a região continue representando uma importante contribuição para o crescimento da empresa.

PRESIDENTE/PHILIPS

Henk de Jong, CEO da Philips na América Latina

Uma das principais oportunidades almejadas pela multinacional em 2017 é a maximização do uso da tecnologia como ponto de intersecção que contribua para a melhoria da saúde e bem-estar, em particular, uma maior apropriação, gestão e acesso aos dados clínicos das pessoas por meio da implementação de plataformas digitais e apps, tanto por parte dos prestadores de serviços de saúde como também por parte dos pacientes.

Essa estratégia resultará em indivíduos mais comprometidos com a própria saúde e que irão gerenciar seu histórico clínico com mais facilidade, participando ativamente do processo de tomada de decisões clínicas.

“2016 foi um ano de transformação e um ano decisivo, uma vez que estamos vivendo um período de avanços digitais na América Latina, em que tendências como a adoção de tecnologias móveis e conectadas estão explodindo e em que se espera para 2020 que 70% das conexões sejam feitas a partir de smartphones”, afirmou o CEO da Philips na América Latina, Henk de Jong . Ainda de acordo com o executivo, por essa razão, a multinacional holandesa está integrando o cuidado da saúde por meio do Continuum de Saúde, com o objetivo monitorar a saúde do paciente, auxiliado em políticas de prevenção e terapias mais eficientes e menos custosas ao sistema.

 

Em 2016, em seu primeiro ano como empresa com focada em tecnologia da saúde, a Philips tomou iniciativas importantes, entre as quais se destacam as tecnologias para hospitais e clínicas, como o Tasy, equipamentos médicos com tecnologia de ponta como o tomógrafo IQon, EchoNavigator: Permite realizar várias intervenções minimamente invasivas, em uma única sala, integrando o guia de imagens ao vivo e em 3D e Allura Clarity, que pode atingir uma redução de 75% da dose radiológica, mantendo a qualidade de imagem.

Em seu balanço anual, a Philips registrou receita de € 24,5 bilhões em 2016, o que representa uma alta de 3% em relação ao ano anterior. A vertical de saúde cresceu 5% durante o mesmo período. Já o lucro líquido da companhia mais que dobrou, atingindo a marca de € 1,5 bilhão em 2016. O melhor desempenho foi registrado na América Latina e China, regiões em que a receita teve expansão de dois dígitos. Nos EUA, o desempenho ficou em linha com o registrado em 2015, mas na Europa a Philips teve queda de receita, segundo balanço divulgado.

Em 2017 a organização pretende continuar esses esforços a fim de obter maior compreensão sobre a diferença entre pacientes, médicos e instituições com relação aos cuidados da saúde, além de colaborar com conhecimento para os setores público e privado e avançar nos cuidados da saúde.

“Reforçamos nossa posição como pioneiros em tecnologia para a saúde e nosso objetivo é estar cada vez mais presente na vida das pessoas na América Latina. Vamos continuar inovando com soluções tanto para os consumidores nas residências, como para os pacientes e médicos nos hospitais”, finaliza o diretor geral da área de saúde da Philips no Brasil, Renato Garcia,

 

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